Foto: Reprodução/Facebook

Manaus|AM – Um casal de idosos identificado como Maria Iza Pereira Vieira, 60, e Luiz Araujo de Albuquerque, 74 anos, moradores do bairro do Lírio do Vale 2, na zona Oeste da capital, reclamaram que funcionários da concessionária Águas de Manaus, quebraram a calçada de sua residencia sem avisá-los, a procura de ligação clandestina (conhecidos popularmente como gato) na tarde desta quarta-feira, 13/02. Os funcionários constataram que não havia nenhuma irregularidade.

“Nós nos sentimos humilhados. Eles não falaram que iam trabalhar e quando vimos já estavam arrancando tudo. Deixaram um lamaçal na frente de casa.” Maria afirma não estar revoltada com o trabalho a ser feito e sim pelo constrangimento perante os vizinhos e pelo fato de não terem sido avisados. “Depois que reclamei do buraco deixado e o rastro de lama, eles ‘riram’ e disseram que nossa conta de água no valor de R$ 32 é muito baixa. Não temos nada contra os trabalhadores pois eles estão fazendo o serviço deles. Só gostaríamos de ter sido informados.”
Maria Iza, dona de casa

A filha do casal ficou indignada com a ação da empresa que comprou a Manaus Ambiental, e fez um desabafo que viralizou nas redes sociais.

Vocês não vão acreditar. Os funcionários da Águas do Amazonas foram na casa da minha mãe idosa, quebraram a calçada…

Posted by Gisella Braga on Wednesday, February 13, 2019

A Companhia de Saneamento do Norte (CSN), que controla a Manaus Ambiental, concessionária dos serviços de água e esgoto foi comprada em 2018 pela Aegea Saneamento e Participações S.A, que não informou o valor do negócio. A Manaus Ambiental é formada pelos grupos Águas do Brasil e Solví, este último que também era integrado pela antiga concessionária, a Águas do Amazonas. A concessão vai até julho de 2042.

Atualização

Em nota, a Águas de Manaus informou que tomará as providências necessárias para reparar o possível transtorno causado. Leia:

A Águas de Manaus informa que está apurando a situação relatada e tomará as providências necessárias para reparar o possível transtorno causado, bem como as medidas cabíveis para evitar que isso volte a acontecer.”

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