Foto: Editada/Acervo pessoal

Manaus|AM – Um amigo do tenente da Polícia Militar do Amazonas (PMAM), Joselito Pessoa Anselmo, denunciou que ele foi vítima de uma tentativa de assassinato em Manaus na madrugada do último sábado, 05/01.

Segundo o amigo, que não quis se identificar, disse que Joselito teria efetuado os disparos após perceber que estava sendo levado por um grupo de colegas em um veículo Voyage, de cor prata e placa PHO-2296, para uma emboscada. “O major Lurdenilson, estava armando essa emboscada para o tenente. Ele tem histórico de estupro, homicídios e agressão a mulheres, envolvido em muitas polêmicas e mal visto na corporação”, desabafou.

Ele citou outros casos de assédio sexual e moral contra policiais femininas na Polícia Militar (PM).

Foto: Major Lurdenilson que corre risco de ficar tetraplégico
Na foto: À esquerda (Cabo Grasiano), no meio (Sargento Edzandro), à direita (o borracheiro
Robson Almeida Rodrigues)
O tenente Joselito

Entenda o caso:

Uma briga dentro de um veículo Voyage, de placas não identificadas, acabou na morte de dois policiais militares na madrugada deste sábado, 05/01, no bairro Colônia Terra Nova, zona Norte da capital. O tenente da Polícia Militar Joselito Pessoa Anselmo é um dos suspeitos de ter atirado contra o sargento Edizandro Santos Lozarda, o cabo Grasiano Monteiro Negreiros,  o major Lurdenilson Lima de Paula o borracheiro Robson Almeida Rodrigues.

Segundo informações preliminares, o tenente Joselito atirou na cabeça do sargento Edizandro que estava dirigindo e perdeu o controle do carro. O outro tiro foi efetuado também na cabeça do cabo Grasiano, que estava no banco do passageiro. Os dois morreram.

O major Lurdenilson também foi baleado na região da coluna. O borracheiro conseguiu fugir e pedir ajuda após uma luta corporal com tenente. Ele desarmou o tenente e jogou a arma para um terreno próximo.

O sargento Edzandro, da 18ª Cicom, morreu no SPA da Galiléia. Lurdenilson foi encaminhado para o Hospital e Pronto-Socorro João Lúcio, na zona Leste, e corre o risco de ficar paraplégico. O caso está na Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS).

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